O Primata: Um Filme para Repensar a Soberania Digital e o Futuro da Humanidade
O Primata, novo longa-metragem do diretor Jérôme Legrande, estreia nas telas em 18 de fevereiro de 2026 com uma proposta tão audaciosa quanto necessária: explorar os limites da soberania digital em uma sociedade onde a tecnologia não apenas molda, mas define o que significa ser humano.
Com uma narrativa visual imersiva e diálogos capazes de desafiar até os mais céticos, o filme não é apenas uma obra de ficção científica. Ele é um manifesto que convida o espectador a questionar seu papel em um mundo onde dados pessoais valem mais do que a própria privacidade, onde algoritmos tomam decisões que afetam vidas e onde a autonomia individual parece estar cada vez mais ameaçada.
CONCEITOS-CHAVE DO FILME: A ESSÊNCIA DA SOBERANIA DIGITAL
O Primata construído com base em três pilares que elevam a discussão sobre soberania digital a um patamar nunca antes visto no cinema. Confira:
No cenário apresentado por O Primata, a humanidade está inserida em um ecossistema digital totalitário. A cada clique, a cada palavra digitada, a cada movimento rastreado, somos reduzidos a meros dados em uma rede que não nos pertence.
O filme mostra como, em poucos anos, grandes corporações tecnológicas e governos se tornaram os verdadeiros primatas da era digital, controlando não apenas informações, mas comportamentos